Dos problemas que passam dos outros para mim, de mim para os outros. Vejo desmistificação ao redor, e espelhos difusos em cada situação. Todos eles mostram-me o rosto distorcido. Brinco com a batata e repasso. Não sei se as feições são minhas ou de meu amor. Não sei se há feições. Não sei se é humano. Sinto estranhamento de mim mesmo, tão erótico quanto as familiaridades e dejavus.
domingo, 7 de março de 2010
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