segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os melhores guitarristas das últimas décadas

Eu toco guitarra - toco muito mal guitarra elétrica -, mas tenho lá meus ídolos.

Segue abaixo músicos que criam sons saborosos e que inspiram quando eu toco nas seis cordas.

(E essa lista, obviamente, pode mudar com o tempo)

Começo do século XXI (2001-2010)


Ele não é conhecido por grandes solos nos anos 2000, mas, para mim, o John Petrucci do Dream Theater, do CD Train of Thought, é o grande guitarrista desta década que acabou. A música Stream of Counsciousness é a composição de destaque dele nesse período. É muito diferente dos solos de jazz fusion que ele fazia na década de 90, sendo mais cru e mais metal. Não tem nada de peculiar com o período, mas é uma pegada autêntica na guitarra elétrica.
Aprecie.



Década de 90 (1991-2000)



Para mim Paul Gilbert é o grande nome dos anos 90 porque conseguiu se livrar da herança do hard rock do Mr. Big e se tornar um músico solo respeitado no mundo todo. Ele não liga em fazer os covers mais bizarros na guitarra elétrica e nem de participar de projetos que não são fixos. Para mim, ele toca por puro prazer. E você pode conferir isso na versão dele de uma música das Spice Girls, logo abaixo (outro grupo de garotas que foi destaque no mesmo período).

Criativo no talo.



Década de 80 (1981-1990)



Jason Becker hoje sofre de LER e perdeu todos os movimentos do corpo, exceto o dos olhos. Vive através de aparelhos. Na década de 80, no entanto, ele era o melhor instrumentista do período, pau a pau com Yngwie Malmsteen. E sua melodia, aliada com a velocidade extrema, sempre me cativou na guitarra elétrica.

Sempre virtuoso.



Década de 70 (1971-1980)



Pensei em Jimmy Page nessa posição. Pensei em David Gilmour e suas bases e seus solos com todo sentimento. Pensei na simplicidade de Richie Blackmore. Peguei um guitarrista mais frio. Steve Hackett não tem muito sentimento explícito tocando com o Genesis, mas suas escolhas melódicas criam as melhores composições para a guitarra elétrica, na minha opinião. Os solos dele estão entre os mais belos e simples que eu já vi.

Feeling.



Década de 60 (1961-1970)



Para a década de 60, escolhi um clichê: Jimi Hendrix. Pra mim, não há ninguém que toque tão explosivamente quanto ele nesse período. A versão dele de All Along The Watchtower elevou a música de Bob Dylan.

Um mito a ser preservado pelo tempo.

domingo, 22 de maio de 2011

Timming e quadrinhos


Num ótimo timming, na mesma semana que escrevo sobre Spider-Man e Batman, o Nerdcast faz um podcast sobre história dos quadrinhos. Vale a audição.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Batman e sua música-tema com as melhores interpretações


Se tem outro super-herói dos quadrinhos americanos que admiro é o homem-morcego da DC Comics, o Batman. E ele tem ótimas versões de sua música-tema em formato rock e outros estilos. Confira logo abaixo.








Música-tema de Spider-Man segundo bandas de rock

Só pra registrar versões legais da música desse herói da Marvel que eu encontrei no SeuTubo, vulgo Youtube.



Porque eu sempre gostei do Spider-Man


Lia seus gibis desde meus 7, 8 anos. Nunca fui de escalar estantes. Nunca fui atlético. No entanto, a história do Pedro Parker, digo, Peter Parker me cativou de cara por ser um herói simples, bem humano e quase frágil. O Homem-Aranha (Spider-Man) sempre pareceu alguém como eu, com vícios em tecnologia - embora Parker gostasse mais de ciência - e nas garotas do colégio.

Juvenil, o Aranha entrou cedo para o trabalho, sendo fotógrafo freelancer antes de se formar na universidade. E, ao contrário do Super-Homem, Parker ia nos locais dos acontecimentos fazer seus registros, como uma autêntico repórter. Não era um disfarce para esconder sua identidade secreta, como é o jornalista Clark Kent.

Sempre gostei do aracnídeo. Sempre achei heavy metal seus chifrinhos para soltar as teias e flanar pela cidade. É um daqueles gostos da infância que a gente leva com orgulho pra idade adulta, ao lado das obras literárias mais consagradas. O gibi é realmente uma porta de entrada para a vida das letras. Pras histórias que revelam nossas identidades pessoais através de comparações fantásticas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Um dos arrependimentos na vida até os 22 anos

Não ter saído do Brasil.


Não porque odeio o país ou algo do tipo (o que é uma desculpa comum).




Mas porque vejo muita gente da minha idade que já teve a experiência
de viver fora.

E eu em casa, acomodado. No máximo fui para alguns estados diferentes.

domingo, 27 de março de 2011

Música velha viva nas mãos dos novos


Pra quem acha que o rock progressivo ou o pop do Genesis morreu com a recente aposentadoria de Phil Collins, a banda inglesa Keane prova o contrário.

E o velho pode ficar realmente elegante em uma roupagem nova.